Há já quem lhe chame a 3.ª Geração de Turismo, há quem se refira a ele como uma Revolução.

Seja ou não revolucionário no que isso implica de corte com o passado, certo é que o Turismo Criativo veio para ficar.

As sensações e experiências que muitos turistas buscam resultam de um relativo vazio das suas viagens para destinos tradicionais. Ainda que se possa escolher o destino, o modo e a hora de viajar ao preço mais apropriado, quer seja o chinelo no pé do turismo de sol e praia, quer sejam os muito bem elaborados roteiros históricos ou culturais, existem muitos viajantes a quem estas duas modalidades não satisfazem, não completam, não enriquecem. Em vez disso, procuram experiências, não necessariamente fortes (como no caso do turismo de aventura), mas que lhes ensine algo que nunca tiveram oportunidade de fazer na vida “à paisana”.

O conceito foi criado por dois investigadores, Crispin Raymond e Greg Richards, que em 2000 o definiam assim:

“Turismo que oferece aos visitantes a oportunidade de desenvolver o seu próprio potencial criativo através da participação ativa em cursos e experiências de aprendizagem em áreas que sejam típicas dos locais que visitam”.

Veja o texto completo na revista Vale Mais (http://valemais.pt/vm/chinelo-no-pe-mapa-na-mao-mao-na-massa/)

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