O Turismo Criativo assume três tipologias diferentes:

  • Formação (aulas, workshops, etc.);

  • Co-criação com artistas locais);

  • Exibição (concertos, exposições, espetáculos);

Em todas elas, o pressuposto é simples: o turista passa de espetador passivo a interveniente ativo na sua própria viagem, que passe a pertencer à comunidade, pelo menos enquanto lá está.

As vantagens desta tendência crescente parecem ser inequívocas. Não é à toa que cidades como Barcelona, Paris, Roma, ou Ibiza (para referir apenas as mais sonantes) já perceberam o seu enorme potencial de atração. Mas ao invés de ser “mais um”, este tipo de turismo tenta captar o que de melhor existe num destino e não simplesmente a sua exploração comercial. São exemplos dessa valorização dos recursos ligados à herança imaterial no:

  • Artesanato (workshops de cestaria, pintura, cerâmica, tecelagem, joalharia, origami, etc.)

  • Culinária (doçaria, café, pratos regionais)

  • Pintura (com a co-criação de obras com artistas locais)

  • Património edificado (cursos de fotografia decay, monumental ou de eventos)

  • Dança (experiências de folclore, tango, etc.)

  • Música (participação num concerto, ensaiando numa banda, etc.)

Um exemplo de Turismo Criativo (Galiza, Espanha) da Ponle Cara al Turismo, projecto de Sandra Touza

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